Arquivo de junho \29\UTC 2007

Antonio Carlos Jobim – Wave

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Esse álbum é um dos meus 3 favoritos. Pela sinceridade da obra, pelos arranjos e pela genialidade do maestro soberano. É até difícil de achar pra comprar, o meu é importado… ê Brasil dos absurdos… Clássico! Aproveite que está aqui e ouve aí:

1. Wave
2. The red blouse
3. Look to the sky
4. Batidinha
5. Triste
6. Mojave
7. Diálogo
8. Lamento
9. Antigua
10. Captain Bacardi

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José Simão – Cópula América! Deu apagão na seleção!

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BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta!

Cópula América Urgente! Direto da Chavezuela. Se o Chávez nacionalizar a selecinha brasileira é um favor que faz pro Brasil.
O Dunga virar venezuelano! Começaram reclamando da grama. Tava sem sal?! Rarará! E dúvidas na história da Disney: quem dorme é a Branca de Neve ou o Dunga? E ela come uma maçã ou dois frangos? Rarará!
E perder justo pro México? Sendo que no México só tem duas coisas boas: o Chaves e a fronteira com os Estados Unidos. Ah, e a Thalía!
E aquele Alex devia se chamar Alexotan. E o Robinho mudar pra triatlo: corre, pedala e NADA!
E o Galvão Urubueno: “Onde o México aprendeu a receita pra ganhar da seleção brasileira?”. Na Ana Maria Braga.
FRANGO À CANARINHO!
Mas sejamos justos, pelo menos é uma seleção sem vícios: não bebe, não fuma e não joga! Deu apagão na seleção. E o México relaxou e gozou. E o Dunga brochou!
E sabe o que dá o cruzamento do boi do Renan com a bezerra do Roriz? O Touro Bandido. Rarará.
E diz que o Renan é tão feio, mas tão feio, que ele não paga pensão, é indenização. Rarará.
Renan, come eu e depois paga indenização! E com esse relaxa e goza, uma amiga minha gritou: “Agora eu sei onde o meu marido me enganava, no cafezinho do aeroporto!”. Rarará.
E a filha do ministro Mantega não devia se chamar Marina, mas Margarina. Margarina Mantega. Rarará. É mole? É mole, mas sobe.
Ou, como diz o outro: é mole, mas trisca pra ver o que acontece!
Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha “Morte ao Tucanês”.
Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Buenos Aires tem uma churrascaria chamada Siga La Vaca! É o rebanho do Renan.
E a capital do Brasil devia mudar pra Boi nos Aires! Rarará!
Mais direto, impossível. Viva o antitucanês.
Viva o Brasil!
E atenção! Cartilha do Lula. Mais um verbete pro óbvio lulante.
“Fabulosa”: companheira Marta relaxando e gozando num avião da FAB. Rarará.
O lulês é mais fácil que o inglês. Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje, só amanhã!
Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno!
E vai indo, que eu não vou!

O samba da laje

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Reportagem do Jornal da Tarde

“O poeta falou / que São Paulo enterrou o samba / que não tinha gente bamba / e não entendi porquê / Fui à Barra Funda, fui lá no Bixiga, fui lá na Nenê / me perdoa poeta, mas discordo de você”. A música Me Perdoa, Poeta é a reposta da sambista carioca Leci Brandão à famosa afirmação de Vinicius de Moraes, de que a capital paulista seria o “túmulo do samba”.

E Leci tem razão. Samba da Tenda, Terrero Grande, Samba do Timaia, Você Vai Se Quiser, Samba da Vela. Do centro à zona leste, para ouvir ou para dançar, relembrar ou aprender, a Capital oferece rodas para todos os gostos. A maioria nascida de uma reunião de amigos com vontade de cultuar o ritmo, nacional por excelência. Além da diversão, às vezes a única, as rodas cumprem uma função social por meio de campanhas do agasalho, arrecadação de alimentos e participação em reuniões. “Nós agimos politicamente na comunidade e buscamos melhorias”, esclarece Elisângela Simião , a Zanza do Samba da Tenda, em São Miguel Paulista. Fundada há 4 anos e com 18 músicos, a Tenda tem uma cavaquinista mulher, Elisa, a irmã de Zanza, coisa rara num meio ainda dominado pelos homens.

Debaixo de uma tenda vermelha da Coca-Cola, outro grupo ecoa bambas como Candeia, Nelson Cavaquinho, Cartola, Gonzaguinha e Geraldo Filme. É a Comunidade do Samba Passado de Glória, na ativa há três meses no bairro do Jardim Nordeste, também Zona Leste da Cidade. Mais especificamente, no bar do Seu Dimas, que em troca do samba, fornece o combustível: cervejinha e pinga com mel. Nasceu de uma reunião de amigos com o intuito de exaltar a chamada velha guarda. “Nós fazemos samba de resistência. Para nós, não importa o modismo”, explicou Alessandro de Souza Aguiar, o Bacabinha, um dos fundadores. Ironia ou não, a faixa etária da roda é em média 24 anos. Quem quiser arriscar pode se sentar. O sistema de canto é por rodízio em sentido horário.

Do outro lado da Cidade, em uma rua sem saída na Vila Santa Catarina, Zona Sul, uma roda veterana mostra o vigor do samba na terra da garoa. Foi na laje de dona Generosa que tudo começou, há dez anos. Com irmãos e sobrinhos músicos, a ex-copeira e faxineira fazia todos os aniversários da família, regados a muito samba e feijoada, na então recém-construída parte de cima de sua casa. A coisa foi crescendo até que um dia alguém advertiu que a laje podia cair. “Fiquei desesperada. Falei que o samba só ia continuar se todo mundo descesse”, se diverte a matriarca.E desceram.

Uma década depois, completada no próximo mês, o Samba da Laje reúne cerca de 700 pessoas e tem equipamento de som e até dois banheiros químicos, alugados, para não aperrear os dançarinos com filas demais. Algumas coisas, porém, continuam como no início. “Em dia de samba, acordo às 3 da manhã. Gosto de fazer a feijoada sozinha”, confessa Generosa. Vendido a cinco reais, o prato é de dar inveja a muito restaurante especializado.

O “Samba da Praça Roosevelt”, como costuma ser chamada a roda Você Vai Se Quiser, também tem feijoada. Mas o sucesso é o mineirinho: lingüiça, calabresa, mandioca, e uma cachacinha no meio. Há quatro anos lotando o Bar da Dona Rafaela, em frente à praça, a roda é puxada pela cantora Graça Braga.

Já no Buteco do Timaia, a especialidade é o peixe assado, que o amigo Laerte só faz no dia do samba, comandado pelos Filhos de São Matheus e integrantes do Quinteto em Branco e Preto. “A gente toca o que não se ouve na rádio”, explica Timaia.

O pessoal do Terrero Grande também. Originários do Projeto Morro das Pedras, um grêmio recreativo de tradição e pesquisa, seus integrantes pesquisam sambas antigos. A fama logo saiu da comunidade. Cristina Buarque, irmã de Chico, os levou para acompanhá-la e, juntos, gravaram um disco.

VOCÊ VAI SE QUISER

Todo sábado a cantora Graça Braga e convidados anima ao som de samba de raiz. Rua João Guimarães, 241, Centro. A partir das 15hs. 3816-3082. R$ 10

SAMBA DA LAJE

Todo último domingo do mês a roda que começou na laje reúne cerca de 700 pessoas.Rua Jandi, Vila Sta Catarina. Das 14h às 21h. Com Generosa, 5566-0345. Grátis

TERRERO GRANDE

Continuação do grupo Morro das Pedras. A roda é mensal e não tem lugar certo. A próxima está prevista para 1ª quinzena de julho. Com Renato no 6106-3296

PASSADO DE GLÓRIA

Recém-criada, a roda quinzenal exalta o passado do samba. Largo Juparanã, nº3, Jd. Nordeste, Metrô Patriarca. Das 13h às 18h. 9704-0650. Grátis

SAMBA DA TENDA

A roda acontece quinzenalmente. A próxima é dia 15 de julho. Clube da Comunidade Tide Setúbal, Rua Mário Dallari, 170, São Miguel Paulista. Com Zanza, 8254-6781

BUTECO DO TIMAIA

A roda mensal é comandada pelos Filhos de São Matheus. A próxima será dia 8/07. Rua João do Canto e Mello, 321. Pq. São Rafael. Contato c/ Timaia 6753-5042. Grátis

Nana Caymmi – A Noite do Meu Bem

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Que voz espetacular tem essa mulher… Nesse álbum, ela canta as canções de Dolores Duran, ouve aí:

1. A Noite do Meu Bem
2. Olhe o Tempo Passando
3. Por causa de Você
4. Se é Por Falta de Adeus
5. Solidão
6. Idéias Erradas
7. Castigo
8. Fim de Caso
9. Estrada do Sol
10. Ternura Antiga
11. Não Me Culpe
12. O Que é Que Eu Faço
13. Pela Rua
14. Noite de Paz

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Malvados

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Vendas do iPhone começam na sexta-feira

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Reportadem da InfoONLINE

A Apple começará a vender no dia 29, nos Estados Unidos, o iPhone. O aparelho combina telefone celular, player de música e vídeo digital e acesso à internet. É um dos lançamentos mais esperados nos EUA este ano.

Confira as principais características do dispositivo.
* O iPhone tem uma tela de 3,5 polegadas sensível a toque com apenas um botão.
* O aparelho usa a rede GSM da AT&T nos EUA para chamadas de voz e a rede EDGE para transmissão de dados. A AT&T tem direitos exclusivos para uso do iPhone por ao menos dois anos.
* O aparelho custa 500 dólares ou 600 dólares, dependendo de sua capacidade, que pode ser de quatro ou oito gigabytes.
* O iPhone tem tecnologia sem fio Wi-Fi para acesso rápido à Internet e sistema Bluetooth para uso com acessórios wireless e outros dispositivos.
* O aparelho possui uma câmera com resolução de 2 megapixels.
*A Apple diz que a bateria tem duração de até 8 horas para chamadas de voz, 6 horas para uso de Internet, 6 horas para exibição de vídeos e 24 horas para música.
* O iPhone mede cerca de 6,1 centímetros por 11,4 centímetros, e a espessura do aparelho é inferior a 1,3 centímetro. Ele pesa aproximadamente 140 gramas.
* O iPhone será vendido nas lojas de varejo e no site de comércio eletrônico da Apple e nas lojas da AT&T.

Ella Fitzgerald Sings the Cole Porter Songbook

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É Ella cantando as memoráveis canções de Cole Porter em álbum de 1956. São interpretações incríveis da diva do jazz. Ouve aí:

Volume I

1. All Through the Night
2. Anything Goes
3. Miss Otis Regrets
4. Too Darn Hot
5. In the Still of the Night
6. I Get a Kick Out of You
7. Do I Love You?
8. Always True to You in My Fashion
9. Let’s Do It, Let’s Fall in Love
10. Just One of Those Things
11. Ev’ry Time We Say Goodbye
12. All of You
13. Begin the Beguine
14. Get Out of Town”
15. I Am in Love
16. From This Moment On

Volume II

1. I Love Paris
2. You Do Something To Me
3. Ridin’ High
4. Easy to Love
5. It’s All Right With Me
6. Why Can’t You Behave?
7. What Is This Thing Called Love?
8. You’re the Top
9. Love for Sale
10. It’s De-Lovely
11. Night and Day
12. Ace in the Hole
13. So in Love
14. I’ve Got You Under My Skin
15. I Concentrate on You
16. Don’t Fence Me In

Baixar Volume I

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