Arquivo para maio \31\UTC 2007

Vanessa da Mata – Essa Boneca Tem Manual

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Aí galera, pra completar a coleção. Segundo álbum da Vanessa. Ouve aí:

1. Ainda Bem
2. Eu sou Neguinha?
3. Eu Quero Enfeitar Você
4. Música
5. Essa Boneca tem Manual
6. Ai, ai, ai…
7. Joãozinho
8. Ela x Ele na Cidade sem Fim
9. História de uma Gata
10. Não Chore, Homem
11. Vem
12. Zé

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Corrupção acelerada

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CARLOS HEITOR CONY – Coluna da Folha

Barragem em um rio, não sei se no Piauí ou em Alagoas, foi orçada inicialmente em R$ 30 milhões. Posteriormente, a obra recebeu novo orçamento, à base de R$ 70 milhões, mais do que o dobro da primeira avaliação. Veio o segundo mandato de Lula e, logo nos primeiros dias de seu novo governo, foi lançado o PAC, pseudônimo de Programa de Aceleração do Crescimento. A barragem passaria a custar R$ 120 milhões.

Tal como o Fome Zero do primeiro mandato, lançado entusiasticamente nos primeiros dias de Lula no poder, tanto o governo como a mídia em geral louvaram a aceleração do crescimento -agora, sim, o Brasil iria deslanchar, chegaria lá.

Evidente que o projeto da barragem fora malfeito. Logo passaria para o dobro, mas nem assim os R$ 70 milhões bastariam. Finalmente, os técnicos do governo chegaram ao preço justo, que, além da barragem propriamente dita, teria gordura suficiente para bancar todos os intermediários, laranjas, lobistas e demais interessados.

Não é sem motivo que a aplicação do PAC está patinando, com governadores, prefeitos, senadores e deputados querendo beliscar o suculento pudim que saiu dos fornos do Alvorada. Tem de dar para todos. Uma obra de R$ 30 milhões, ainda que reajustada para R$ 70 milhões, precisa de verba maior para contentar a todos.

São muitos os programas de crescimento acelerado que o governo pretende executar. Para tornar-se realidade, cada projeto precisa pagar não apenas os custos técnicos de cada empreendimento mas contemplar os inexplicáveis intermediários interessados na liberação das verbas e, se possível, no próprio aumento das verbas.

O Brasil vai bem, obrigado. Talvez não consiga acelerar o crescimento, mas conseguiu acelerar a corrupção.

Arquiteto dá valor aos detalhes no museu Iberê

Mario Gioia – Reportagem da Folha

“Mais um projeto que não vai pra frente.” A primeira impressão do arquiteto português Álvaro Siza, 73, ao receber a encomenda do projeto da nova sede da Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, se dissipou completamente agora, em sua etapa final.

Com inauguração prevista para novembro, o prédio -à beira do rio Guaíba, feito em concreto branco, material pouco utilizado no Brasil- foi foco do olhar atento de Siza, que vistoriou em detalhes no início do mês o andamento da obra, sempre ao lado do coordenador da construção no Brasil, o engenheiro José Luiz Canal. “Mies van der Rohe [arquiteto racionalista, 1886-1969] já dizia que Deus está nos detalhes”, disse o arquiteto à Folha, questionado sobre sua obsessão por pormenores da construção, como verificar se a divisão dos ladrilhos dos banheiros está colocada simetricamente com a divisão do piso das salas expositivas.

“Nesta fase, checamos problemas aparentemente sem importância, mas trabalhosos, como a construção dos tetos, que escondem uma floresta de tubos, com condutos de ar, canos e cabos elétricos”, conta. Siza não esconde certa ironia quando defende as poucas janelas do prédio, que motivaram críticas, entre elas a de que o edifício não aproveita a bela paisagem do entorno.

“É evidente que eu não poderia fazer grandes aberturas, porque senão os condutos, muito numerosos, cairiam. As janelas são poucas e aparentemente pequenas, mas enquadram a paisagem em uma vastidão suficiente”, avalia o arquiteto. “No fim do dia, nelas se vê um pôr-do-sol maravilhoso.” Siza diz que as principais dificuldades do local foram o terreno estreito e o espaço restrito para a circulação. “Pensei em como colocaria um estacionamento e onde, ao lado de uma avenida movimentada, seria a carga e a descarga”, conta ele. “A solução foi estender o andar subterrâneo embaixo da avenida e pôr a carga e descarga sem nunca tocar a encosta próxima”, relata.

O arquiteto português destaca a influência da arquitetura brasileira em sua obra, e ela se reflete no novo edifício. “Há uma espécie de abraço dos corredores, como um anel, nas salas expositivas, e há uma energia que se parece com a que eu tive quando descobri a arquitetura brasileira.” O arquiteto vê nomes influentes na área em âmbito internacional, como Paulo Mendes da Rocha, Priztker (espécie de Nobel da arquitetura) no ano passado. “Foi um daqueles prêmios indiscutíveis.”

Livros
A editora Cosac Naify deve publicar, no ano que vem, um livro que documenta todo o projeto da nova sede da Fundação Iberê Camargo, premiado com o Leão de Ouro na Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2002. Estão no cronograma, para 2008, a publicação de outros três livros ficcionais de Iberê.

Vanessa da Mata – Sim

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Álbum recém lançado da Vanessa da Mata. Conta com participações mais do que especiais, como a de João Donato, Wilson das Neves, Pupilo da Nação Zumbi, Pedro Sá, Davi Moraes, dentre outros. Ouve aí.

01. Vermelho
02. Fugiu com a Novela
03. Baú
04. Boa Sorte – Good Luck – Part. Esp.: Ben Harper
05. Amado
06. Pirraça
07. Você Vai me Destruir
08. Absurdo
09. Quem Irá Nos Proteger
10. Ilegais
11. Quando Um Homem Tem Uma Mangueira No Quintal
12. Meu Deus
13. Minha Herança: Uma Flor

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Deep Purple – Machine head

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Álbum de 1972, certamente um dos maiores clássicos do rock. Ritchie Blackmore e seus riffs alucinantes. Ouve aí:

01 – Highway Star
02 – Maybe I’m A Leo
03 – Pictures Of Home
04 – Never Before
05 – Smoke On The Water
06 – Lazy
07 – Space Truckin’

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Malvados

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Xô Coroné!

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Seria uma ótima notícia não fosse sua excelência um censor e repressor das liberdades de expressão em sua terra “natal”, o Amapá. Lá, o senador se elegeu senador nas últimas eleições após censurar blogs que o criticavam. No Maranhão, sua outra terra natal, o senador detém um império de comunicação de deixar Chavez com saliva na boca.

Sarney parece viver uma vida privada mental nos seus redutos eleitorais onde é coronel truculento- o Amapá e Maranhão- onde manda prender e arrebentar e ai de quem não obedecer. E posa de intelectual bonzinho em Brasília e no Sul maravilha, onde faz discursos e comete textinhos nos jornais. Será que ele não descobriu que o mundo todo agora está interligado por TV e internet? Ou será que ele confia na ignorância dos brasileiros? Ou será que ele está rindo da nossa cara? Ou será todas as anteriores?

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